Bernardo Silva aborda o futuro: "Ainda se está por ver o que vai acontecer"
Declarações de Bernardo Silva à DAZN
Bernardo Silva termina contrato com o Manchester City no verão e está a pouco mais de um mês de se poder comprometer com qualquer clube para a próxima temporada e seguintes. O criativo luso continua a esconder o jogo sobre o futuro.
Leia também Bernardo Silva e o Mundial'2026: "Não pode ser só um sonho"
"É o meu último ano de contrato. Ainda se está por ver o que vai acontecer. Mas, independentemente disso, é sempre uma honra. E depois de tantos anos, claro que também sendo dos mais velhos, chegou a melhor altura de passar toda essa experiência e toda essa informação para ajudar a malta mais nova. Como eu disse, a estar o mais preparado o mais rápido possível para poder lutar por coisas importantes, que é o que é exigido neste clube", afirmou, em entrevista à DAZN.
O canhoto falou ainda da pressão de ganhar títulos no Manchester City: "Neste clube o objetivo é sempre simples, é sempre muito claro. Se os jogadores querem fazer parte deste clube, têm de estar preparados para lutar por títulos. Seja uma geração mais nova, mais velha, mais ou menos preparada, mais ou menos adaptada. No Manchester City, tem de se lutar por títulos e se nós não estivermos preparados para lutar por títulos o clube vai voltar a tomar as decisões que tem de tomar e, portanto, este ano temos de lutar por todas as competições, sabendo que temos rivais muito fortes pela frente. Mas para se jogar num clube deste nível tem de estar preparado para esse tipo de pressão."
Por último, abordou a sucessão de Kevin Bruyne como capitão de equipa: "A primeira vez que me falou sobre o assunto foi no final da época passada. Foi um momento difícil, porque foi num momento em que um amigo estava a sair. Foi quando o Kevin, que era nosso capitão, se ia embora. E portanto, para mim pessoalmente, tive com ele oito anos, foi difícil vê-lo ir embora. E depois acaba por ser um misto das duas coisas que tu disseste, é uma grande honra, porque obviamente, no meu 9.º ano... poder representar, por poder ser a voz da equipa com o treinador e também para fora. E para também tentar ser essa voz de ajuda à malta nova que chega para que se adaptem o mais rápido possível. É uma grande honra mas uma grande responsabilidade tentar criar este ambiente, este misto que é sempre difícil de encontrar, de competitividade dentro da equipa, de "eu quero jogar no teu lugar e tu queres jogar no meu lugar", mas ao mesmo tempo criar este ambiente saudável e de boa energia dentro do balneário. Isso agora é um bocadinho minha responsabilidade e dos outros capitães e isso é uma responsabilidade muito grande. Mas ao mesmo tempo também uma grande honra. Sem dúvida."

