Liga apresenta saldo positivo de 2,8 milhões de euros

Liga apresenta saldo positivo de 2,8 milhões de euros
Carlos Pereira Santos

A gestão de Pedro Proença vai apresentar um saldo positivo de 2,8 milhões de euros. Direção reunida segunda-feira aprovou por unanimidade as contas e também o plano e orçamento para 2016/17.

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional, presidida por Pedro Proença, vai apresentar um saldo positivo de 2,8 milhões de euros relativos ao exercício da época 2015/16, ou seja, o período de gestão do antigo árbitro internacional, que assim ganha um primeiro desafio e revela que soube, no mínimo, fazer receita, em corte absoluto com o passado mais recente. A Direção da Liga reuniu-se ontem de manhã e houve unanimidade em relação às contas que vão ser apresentadas na Assembleia Geral da Liga, marcada para o dia 7 de outubro.

Sem que seja novidade é, pelo menos, a confirmação de uma notícia de há uma semana em O JOGO: Antero Henrique esteve presente nesta reunião, depois de um período de reflexão e após ter deixado os cargos que ocupava na administração do FC Porto. Da Direção da Liga fazem parte FC Porto, Benfica, Sporting, Paços de Ferreira, Moreirense, Penafiel, Santa Clara e Covilhã (estes três últimos, da II Liga), e ainda a FPF, representada pelo vice-presidente Hermínio Loureiro. São boas notícias para a estrutura que gere as ligas profissionais, mesmo no meio de algumas situações difíceis de resolver, como a do processo do Gil Vicente, que acabou por não ser integrado na I Liga ao contrário do que tinha decidido o tribunal, bem como a impugnação do campeonato por denúncia do União da Madeira, em relação a alegadas irregularidades cometidas pelo Vitória de Setúbal (e outros casos estão ainda pelos tribunais). Importante também é que houve unanimidade na Direção da Liga em relação ao plano e orçamento para 2016/17. A assembleia geral do próximo dia 7 aprovará, tudo indica, a decisão da Direção.

Pedro Proença tomou posse a 30 de julho de 2015 e, na altura, prometeu "tudo fazer para resolver os problemas" da Liga, assumindo que "os desafios" eram "reais" e não seriam "solucionados facilmente, nem num curto espaço de tempo".