Socos e pontapés no final do jogo entre Câmara de Lobos e Vila Meã

Socos e pontapés no final do jogo entre Câmara de Lobos e Vila Meã
FILIPA MESQUITA/MARCO FREITAS

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No final do jogo em que os madeirenses desceram aos distritais e os amarantinos festejaram a permanência houve agressões. Vila Meã acusa jogador do Câmara de Lobos de ter saído da bancada para agredir treinador

O Câmara de Lobos-Vila Meã, da fase de permanência/descida do Campeonato de Portugal, Série D, terminou com agressões entre elementos das duas equipas. O jogo, disputado no domingo, ditou a descida dos madeirenses e a permanência dos amarantinos. Com este objetivo em jogo, os ânimos estiveram sempre exaltados e o árbitro André Tavira expulsou dois jogadores de cada lado.

David Pinheiro, presidente do Vila Meã, deu a sua versão do sucedido a O JOGO, frisando que "o que se passou já começou cá": "Quando o Câmara de Lobos veio cá jogar, um jogador deles, o Ernesto Sánchez, foi expulso. Nessa altura, disse-nos que quando fôssemos à Madeira fazíamos contas. No final deste jogo, ele saltou da bancada e veio direto ao nosso treinador, agredindo-o. Atrás dele veio outra pessoa e ninguém fez nada. E houve ainda um jogador nosso, que estava de costas, cobardemente agredido." O dirigente promete "agir judicialmente".

Do lado madeirense, Higino Teles, presidente do clube, lamentou o sucedido, para o qual "não há justificação", afirmando, também, que "isto já vem de lá". "Em Vila Meã fomos muito mal recebidos, pressionados e ameaçados. O Sánchez foi expulso depois de ter sido derrubado pelo treinador deles, que não foi castigado. O nosso jogador foi expulso e teve castigo de quatro jogos".