Presidente do Esmoriz sobre a morte de Mwakilama: "Foi tudo muito rápido"

Presidente do Esmoriz sobre a morte de Mwakilama: "Foi tudo muito rápido"
Melo Rosa/Francisco Sebe

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João Godinho, presidente do clube do distrito de Aveiro, afirmou a O JOGO que o processo de transladação está a ser tratado.

Abel Mwakilama, avançado de 18 anos que atuava nos juniores do Esmoriz, faleceu na sexta-feira, vítima de malária, quando se encontrava internado no Hospital de São João, no Porto.

A O JOGO, João Godinho, presidente do clube que milita na I Divisão distrital da AF Aveiro, explicou o sucedido. "Ainda estou em piloto automático", desabafou, antes de prosseguir:

"[Mwakilama] Regressou do Malawi no princípio do mês, onde esteve ao serviço da seleção de sub-20. Na quarta-feira foi ao SEF com a secretária do clube para tratar do visto e, à noite, sentiu-se mal. Foi para o Hospital de São Sebastião, em Santa Maria da Feira, onde o quadro clínico era reservado. Por isso foi encaminhado para o Hospital de São João, no Porto. Na quinta-feira de manhã já se encontrava em estado crítico. Foi tudo muito rápido", acrescentou.

Abalado, o dirigente do Esmoriz assegurou que o clube já está a tratar do processo de transladação do corpo do atleta para o Malawi. "A melhor homenagem que lhe podemos prestar é tratar rapidamente da transladação", rematou João Godinho.

Mwakilama, que chegou ao Esmoriz em janeiro último, era encarado como uma das grandes esperanças do futebol do Malawi.