"Tive abordagens, mas acho que as equipas estavam à espera da reta final"

"Tive abordagens, mas acho que as equipas estavam à espera da reta final"

Rúben Pereira é de Espinho, mas deixou-se encantar pelos alvinegros. Covid impediu salto.

Rúben Pereira, central de 22 anos, é o capitão da Sanjoanense, clube da Série D do Campeonato de Portugal habituado a entregar a braçadeira à prata da casa, não fosse este um emblema formador. Porém, o defesa natural de Espinho deixou-se encantar pelos alvinegros.

"Quando saí do Esmoriz [em 2018], tive várias abordagens do CdP e a mais aliciante foi a da Sanjoanense, porque aposta nos jovens. Na primeira época joguei pouco, no ano passado fui mais regular e esta é a temporada da afirmação", comenta. "Capitão? Para usar esta braçadeira, é preciso amar o clube, embora também tenhamos jogadores da casa que podiam igualmente ser capitães", afirma.

A pandemia tirou a Rúben a possibilidade de estar, pelo menos, na II Liga. "Tive abordagens, mas acho que as equipas estavam à espera da reta final para verem melhor os jogadores. Quero ajudar a Sanjoanense a apurar-se para a Liga 3 para me valorizar. Eu e vários jogadores deste grupo podemos dar o salto", garante.