
Candidatura do ex-presidente do Nacional reagiu em comunicado a alegados rumores de que a ligação ao clube poderia impedi-lo de ser candidato à presidência da Liga
A incerteza relativamente às candidaturas aos órgãos sociais que virão a ser aceites pela Liga levou a lista de Rui Alves a reiterar, este sábado, em comunicado, que não existe qualquer incompatibilidade que possa impedir o ex-presidente do Nacional de se apresentar a votos, a 11 de junho (quarta-feira). Perante a apresentação de duas listas em nome de Fernando Seara, a apreciação da Liga a este insólito episódio foi adiada para segunda-feira e a incerteza espalhou-se entre os candidatos a candidatos - com a exceção de Mário Figueiredo, cujo projeto de recondução permanece, até agora, a salvo de quaisquer fragilidades.
Seara garante que apenas subscreveu uma lista e demarca-se da que Rui Rangel, ex-aliado, fez chegar à sede da Liga, no Porto, na sexta-feira, último dia para a apresentação das candidaturas, e Rui Alves, em reação a "rumores postos a circular nas últimas horas", esclarece que não está em situação irregular. "O regime de incompatibilidades impede que o presidente de um clube associado da Liga acumule esse cargo com a função de presidente", recorda, para acrescentar que "tal incompatibilidade acontece apenas no momento da tomada de posse", pelo que, se vier a ser eleito, só nesse momento já não poderá ser presidente do Nacional.
Rui Alves demitiu-se da liderança do clube e da SAD da Choupana a 2 de junho, quatro dias antes de formalizar na Liga a candidatura à presidência, que aguarda validação.
