
“Falei com Ángel, termina contrato em Portugal em meados de 2024 e todos o desejamos. Queremos criar condições para que possa voltar à sua casa", atira Federico Lussenhoff, dirigente do clube argentino
Di María é um dos nomes mais importantes do futebol argentino atualmente e o Rosário Central, clube que o viu nascer para o futebol profissional, ainda espera, um dia, poder voltar a recebê-lo. Por isso, está a ser tudo planeado de maneira a proporcionar esse regresso.
“Falei com Ángel, termina contrato em Portugal em meados de 2024 e todos o desejamos. Como não tê-lo cá a dar o seu melhor? Estamos a preparar o clube para que uma referência chegue e se sinta cómoda na sua casa, e em condições de poder competir. É para isso que trabalhamos ao longo do ano, para ter o Rosário Central competitivo e ordenado em todos os aspetos. Queremos criar condições para que um dos nossos ídolos possa voltar à sua casa”, admitiu o diretor desportivo do clube, Federico Lussenhoff, à rádio Cadena 3.
Nos encarnados, Di María assinou por um ano, mas o presidente Rui Costa já levantou a hipótese de tentar prolongar o vínculo do extremo por mais uma época.
A importância do argentino estende-se à sua seleção. O camisola 11 ficou em Lisboa a tratar a lesão na coxa esquerda - algo que prosseguiu no dia do regresso ao trabalho das águias -, mas não é esquecido. Mario Kempes, campeão do mundo pela Argentina em 1978, lembrou o papel preponderante em finais. “Di María é a alma cada vez que a seleção tem desempenhos importantes , ele é um dos jogadores mais ligados aos triunfos”, referiu à TyC Sports. “Não é o mesmo craque que o Messi ou o Maradona, mas resulta sempre na seleção.”
O extremo benfiquista tem o seu nome escrito nas páginas de glória da Argentina nomeadamente com três golos que ficaram para a história: o da conquista da Copa América frente ao Brasil; com a Itália na conquista da Finalíssima; e na final do Mundial’2022 frente à França.
