
Perfil do central mexicano que vai ser jogador do FC Porto a partir de 2013/14 explicado a partir da mudança de alcunha.
Em abril de 2010, tinha Diego Reyes 17 anos, o treinador do América chamou-o para jogar os cinco minutos finais da 17ª e última jornada do Torneo Clausura. "As minhas pernas tremeram até entrar, mas depois transformei-me em campo. Foram os cinco minutos mais felizes na minha carreira até agora", contou mais tarde El Flaco, a primeira alcunha que teve até ser reconhecido, mais recentemente, como Doctor 13.
Diego Reyes fez mais 36 jogos de campeonato desde então e em agosto foi medalha de ouro em Londres, depois de bater, na final, o Brasil de Danilo, Alex Sandro e Hulk. Reyes tem números que impressionam e que fazem dele, nesta altura, o mais internacional dos jovens jogadores mexicanos, com um total de 110 jogos pelas seleções do seu país.
Central que pode ser médio-defensivo e até lateral-direito, Reyes é, na opinião de Paulo Duarte, selecionador do Gabão que o "espiou" nos Jogos Olímpicos, um jogador maduro e muito dotado, mas a quem falta dimensão física. "Tem de ficar mais robusto", disse a O JOGO sobre o jogador que chegou a experimentar o ténis e os saltos para a água antes de se fixar como futebolista no América, o seu clube do coração.
Reyes, treinador nos tempos livres, ficará no México até julho, altura em que deve reencontrar, no Dragão, jogadores com que já se cruzou por clubes e seleção: Danilo, Alex Sandro, James, Quiñones, Jackson ou Iturbe constam do currículo do defesa e quase todos se deram mal.
