
Hélder Santos/Aspress/Global Imagens
Em 2010/11, o registo foi pior do que nesta época e ditou então o despedimento de Van der Gaag. O números são cruéis também para Cláudio Braga, que não pode perder para a Taça.
O Marítimo não vive o melhor dos seus dias, uma vez que este início de temporada não tem sido o mais ambicionado pelos seus sócios e adeptos, pois o emblema madeirense atravessa um ciclo negativo de nove partidas consecutivas sem conseguir triunfar, o que tem valido forte contestação ao trabalho do treinador Cláudio Braga.
No campeonato, à 10.ª jornada, os insulares estão em 12.º lugar e têm um registo de dez pontos com três vitórias, um empate e seis derrotas, sendo que levam quatro desaires seguidos e são o pior ataque da I Liga com apenas seis golos marcados. Porém, se fizermos uma retrospetiva no percurso maritimista neste milénio, verificamos que na época 2010/11, com Mitchell van der Gaag no comando técnico, os insulares, ao fim de dez jornadas, tinham um registo ainda mais negativo. Os oito pontos alcançados, fruto de uma vitória, cinco empates, quatro derrotas, cinco golos marcados e oito sofridos valeram na altura a "chicotada" com a saída do holandês e a chegada do português Pedro Martins, que na época seguinte iria levar novamente os madeirenses até às competições europeias. Nessa temporada, o treinador também registou o melhor "palmarés" à 10.ª jornada, neste milénio, com 21 pontos conquistados.
Ainda em comparação com a época transata, verificamos que os verde-rubros, ao comando de Daniel Ramos, encontravam-se em lugar de acesso à Liga Europa, na quinta posição, já com 19 pontos conquistados.
