
Comunicação da vogal do CD explica que não houve unanimidade entre os conselheiros e explica onde esteve a divergência
Isabel Lestra Gonçalves, vogal do CD da FPF, explicou num vídeo publicado no site do organismo federativo como se processou a decisão de manter o FC Porto na Taça da Liga, aplicando-lhe apenas uma multa de 383 euros e uma repreensão.
"Esta decisão não foi tomada por unanimidade, havendo um voto vencido entre os cinco conselheiros que tomaram parte no processo. No entanto, todos concordaram não estar em causa a continuidade do FC Porto nesta prova, pois foi unanimemente considerado não provado qualquer conduta dolosa com o intuito de prejudicar terceiros", referiu Isabel Lestra Gonçalves.
A divergência entre os conselheiros teve que ver com o "enquadramento legal do caso". "A maioria deste conselho entendeu que o regulamento da Taça da Liga e o regulamento disciplinar da Liga ainda não estão devidamente compatibilizados, no sentido de permitir aplicar a esta competição, entre outras, a norma do artigo 116 do regulamento disciplinar", acrescentou Isabel Lestra Gonçalves.
