Meias-finais da Taça a uma mão: Rui Borges considera "positivo" e explica porquê

Rui Borges
AFP
Rui Borges, treinador do Sporting, fez esta segunda-feira a antevisão ao jogo da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal frente ao FC Porto, agendado para as 20h45 de amanhã, em Alvalade
Leia também "No FC Porto, Moffi vai ser melhor servido. É um jogador completo para vingar em Portugal"
Este será o seu segundo clássico contra o FC Porto de Farioli. É mais fácil preparar os jogos? Consegue prever como dragões vão jogar pelas ausências e alterações nos últimos jogos? "É natural que, com o passar do tempo, identifiquemos mais qualquer coisa, as equipas conhecem-se mais e melhor, mas não deixam de ser jogos especiais, muito competitivos, com duas quipas que querem ganhar muito esta prova, está no seu ADN. No campeonato vão nos dois primeiros lugares e isso leva a que seja um jogo competitivo. Pela paixão do jogo, pode-se perder uma concentração ou um posicionamento extra e isso pode sair caro, porque há qualidade de parte a parte, e esses deslizes resolvem estes jogos, mas são sempre competitivos e amanhã será novamente".
A partir da próxima época, estas meias-finais da Taça passam a ser a uma mão. Considera positivo? "Eu vou dizer que é positivo só a pensar no meu trajeto. Vim de 'lá de trás' e é para as equipas de escalões inferiores terem a oportunidade de disputar contra uma equipa de maior valor a jogarem em sua casa e a fazerem-se valer por isso. Acaba por ser mais justo por essas equipas continuarem a ter essa oportunidade de jogar apenas em casa e de sonhar, porque quando estava lá sonhava muito e continuo a sonhar".

