
Miguel Pereira/Global Imagens
Ontem de manhã, Marega teve duas conversas, primeiro com o treinador, a sós, e depois com os companheiros. Acredita que o bom ambiente vai manter-se, conforme revela numa entrevista exclusiva a O JOGO.
Além do castigo de três jogos, espera por uma sanção interna?
-Não sei se vou ser punido, mas aceitarei aquilo que o Vitória decidir sobre esta situação. Sei perfeitamente o erro que cometi, um grande erro, e estou consciente de que poderei incorrer num castigo interno.
Se o Marega fosse presidente, como é que lidaria com isto?
-Não sou o presidente... Deixo isso nas mãos de Júlio Mendes, a quem compete tomar uma decisão sobre este assunto. O que ele decidir eu aceitarei.
Quantos golos precisa de marcar para que os adeptos, ou parte deles, o perdoem?
-Mais do que os golos que possa marcar, o mais importante é que tenha boas performances dentro do campo, com boas exibições e que ajudem a equipa a vencer jogos. A equipa está muito bem e o mais importante é poder ajudá-la a manter este nível.
Este episódio pode comprometer o ambiente no balneário ou o bom arranque da equipa no campeonato?
-Se não tivesse pedido desculpa aos meus companheiros, provavelmente eles poderiam ter um comportamento diferente comigo e teriam toda a razão para isso. Mas eu pedi-lhes desculpa, fui sincero e eles perceberam que eu estava a ser sincero. Desta forma, penso que entre nós, no balneário, ficou tudo esclarecido. Penso que isto não vai afetar o rendimento da equipa no resto do campeonato e nas outras provas que temos para disputar.
E numa altura em que é o melhor marcador do campeonato, toda esta situação pode comprometer o seu rendimento?
-Nunca é bom estar parado, porque a confiança vem e cresce com os jogos e com aquilo que se faz neles. Vou trabalhar ainda mais nos treinos para voltar melhor.
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