
Treinador do Nacional não gostou de ver os apanha-bolas a demorarem a repor a bola em jogo, no empate (1-1) com o Marítimo
Exibição: "Foi um jogo que valeu, sobretudo, pelo ambiente e emotividade, mais do que pela sua qualidade. Primeira parte de muita agressividade e tumulto, com muitos amarelos. Um lance na área, um penalty e vantagem para o Marítimo ao intervalo no marcador e desvantagem em termos numéricos. A partir daí só deu Nacional."
Domínio a partir da expulsão: " Fizemos o que tínhamos a fazer no sentido de alargar a frente de ataque. Acabámos por ter o controlo absoluto da segunda parte, fizemos um golo e criámos mais dois ou três momentos passíveis de inverter o marcador"
Arbitragem: "A equipa de arbitragem fez um bom trabalho, num derby regional, com muita gente na bancada e muita coisa em jogo em termos de classificação. Não foi fácil de ajuizar, mas julgo que genericamente o fez com correção e tempero"
Educação dos apanha-bolas: "É natural que em desvantagem numérica uma equipa vá quebrando o jogo com simulações, mas estes apanha-bolas têm de ser educados de outra maneira. Mesmo equipados à Marítimo estão numa situação de neutralidade, foi preciso um dos árbitros intervir. O futebol não beneficia com este tipo de coisas, temos de crescer todos. Aqui, na Choupana, em Olhão, em Braga, em Guimarães e por aí adiante, de forma a tornar este negócio mais rentável e apelativo".
