Farioli lamenta erros nos golos do Casa Pia e explica porque não lançou Rodrigo Mora

Francesco Farioli
LUSA
Declarações de Francesco Farioli após o Casa Pia-FC Porto da jornada 20 da I Liga
Leia também Álvaro Pacheco: "É merecido e histórico, o Casa Pia nunca tinha vencido o FC Porto"
Resultado que não esperava? O FC Porto dominou, mas o Casa Pia soube defender. O que faltou para a vitória? "A análise está correta, jogamos ambas as partes com 11 e 10 jogadores no meio-campo adversário, era o que esperávamos e tudo o que podia correr mal, correu. Eles foram duas vezes à baliza e marcaram, é futebol, e eu já disse várias vezes que esta liga é competitiva. Não podes cometer os erros que cometemos na marcação do 1-0 e no 2-0, o timing de ir à bola não foi o melhor, mas são erros que fazem parte e temos de aceitar e seguir em frente. A forma como os adeptos reagiram no fim ajudou-nos a virar a página para uma semana que temos de preparar bem e trabalhar como temos feito, nada mais, nada menos, para chegarmos ao jogo de segunda-feira com o espírito e a mentalidade certa".
Quando o jogo acaba, todos os adeptos do FC Porto aplaudiram a equipa. O que significou isso para si? "Acho que a reação dos adeptos tem sido incrível no apoio durante os jogos e especialmente depois. Eles estão a dar valor à posição em que estamos enquanto grupo e clube. Em termos de mercado, acho que este é um momento para salientar o esforço que o clube fez para tornar a equipa muito competitiva e com um bom equilíbrio para competir em todas as competições em que estamos. É pegar essa energia para recomeçar a trabalhar amanhã para o jogo de segunda-feira [com o Sporting] e para o resto da época".
Rodrigo Mora não jogou porquê? O estado do relvado teve a ver com isso? "O relvado não estava ótimo, mas como disse ontem, isso não é desculpa, de todo. O facto de Mora não ter entrado foi porque tive de fazer uma substituição não planeada com Martim [Fernandes] e Alberto [Costa] e depois decidi mudar outros jogadores para colocar Deniz [Gul] na área e ter os extremos para criar situações de um para um. Decisões, nada mais".

