
Carlos Cunha (Créditos: Lusa)
Carlos Cunha, treinador interino do Gil Vicente, deixou ainda uma palavra a Vítor Campelos na antevisão ao jogo com o Sporting
O treinador interino do Gil Vicente, Carlos Cunha, que irá assumir a liderança técnica do jogo de amanhã, sexta-feira (20h15), em Barcelos, frente ao Sporting, fez questão de valorizar o trabalho do seu antecessor no cargo, Vítor Campelos, bem com o contexto difícil em que trabalhou. “Não poderia deixar mandar um forte abraço ao Vítor Campelos, de reconhecimento da sua competência. Foi uma pessoa que esteve comigo aqui num contexto no início da época um pouco complicado, com algumas perdas significativas de jogadores e com muitos dos meus atletas (sub-23) no estágio de pré-época. A vida de treinador é exigente, às vezes ingrata, mas desejo-lhe o maior sucesso do mundo.”
Sobre o jogo frente ao líder do campeonato, Carlos Cunha disse esperar naturais dificuldades, mas não quis adiantar qual a estratégia para travar a formação de Rúben Amorim. “Trata-se de uma equipa muito agressiva, que acrescentou ao seu jogo algumas individualidades, nomeadamente o ponta de lança (Gyokeres), que, além de ser muito forte nos duelos, é também no ataque à profundidade. O Sporting é competente em todos os momentos do jogo. Estratégia para travar o Sporting? Vamos guardar para nós, para ver se conseguimos enganar o Rúben Amorim”.
Mas parte dela passará pela questão anímica. Apesar de reconhecer que a saída de Campelos mexeu com o plantel, preferiu ver o lado positivo da receção a um grande e ao facto de amanhã o Estádio Cidade de Barcelos ter lotação esgotada. “Jogar com um estádio cheio é sempre motivador, independentemente do momento do Sporting” e da esperada presença massiva de adeptos leoninos. Além disso, finalizou Carlos Cunha, “o Gil Vicente já demonstrou esta época que em casa tem uma ligeira vantagem, como se viu contra todas as equipas do top 5 do campeonato”.
