
Luís Gestas à direita na foto, ao lado de Vicente Moura
Luís Gestas, vogal do Conselho Diretivo, descreve o que esteve na origem dos problemas vividos após o Sporting-Arouca deste domingo
Foi a 8 de novembro de 2015 que começou a confusão entre o Arouca e o Sporting. Há um ano. Por altura da visita dos leões a Arouca, em jogo a contar para a 10ª jornada, Carlos Pinho, presidente do clube, terá recebido a comitiva do Sporting de forma grosseira. E tudo porque Iuri Medeiros foi emprestado pelo clube de Alvalade ao Moreirense e não ao Arouca.
O relato é feito por Luís Gestas, vogal do Conselho Diretivo do Sporting que, através do Facebook, relata essa episódio e acrescenta que foi tudo isso que esteve na génese do que aconteceu este domingo, em Alvalade. "Ele bem tinha avisado", afirma o dirigente verde e branco, passando depois a descrever o ambiente que encontrou ainda antes do início do jogo. Gestas sublinha que "o maior alvo foi Bruno de Carvalho" e que foi Jaime Marta Soares, presidente da mesa da Assembleia-Geral quem tentou acalmar os ânimos.
A situação terá depois piorados, segundo Luís Gestas, com a confusão ocorrida no final da partida, em que Naldo se envolveu com Lito Vidigal, e já nos descontos, Slimani deu a vitória ao Sporting. "O Presidente do Arouca levantou-se e preferiu mais uma série de grosserias que não transcreverei para não ser bloqueado no Facebook. Em jeito de despedida terminou com um "não perdem pela demora". Demorou 364 dias. Ele bem avisou".
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