De vinho até Fábio Veríssimo: o que disseram Borja Sainz e Farioli na antevisão ao Utrecht-FC Porto

Francesco Farioli
EPA
Borja Sainz e Francesco Farioli fizeram a antevisão ao Utrecht-FC Porto, jogo da quarta jornada da Liga Europa agendado para as 17h45 de quinta-feira
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Borja Saiz
Como está a equipa? "A equipa está muito bem, vimos de uma vitória com o Braga, um jogo difícil, a equipa está bastante bem e trabalhou muito bem durante a semana."
Resolveu o jogo com o Braga saindo do banco, espera ser titular? "Não sei, são coisas para o míster decidir. Tanto quem começa ou quem entra são importantes, a equipa técnica transmite-nos isso. E isso é excelente para a equipa."
Derrota em Nottingham aumenta pressão? "No final, foi uma derrota que nos desgostou, amanhã será um jogo difícil, mas trabálhamos bem durante a semana e a equipa está bastante bem."
Teve jogos menos bem conseguidos, golo com o Braga foi resposta para quem o criticava? "Trabalho dia a dia para o que me pede o míster e o que me importa é o que se passa na equipa. Dou pouca importância ao resto, porque não me dão de comer. Não é muito importante para mim o que dizem, centro-me na equipa."
Francesco Farioli
Qual será a chave para amanhã: "Se olharmos para a tabela, podemos ter uma perspetiva errada de quem são. Na temporada passada, terminaram em quarto e competiram muito bem até ao fim. A estrutura é a mesma, tem jogadores muito interessantes e muita qualidade nos flancos. O ponta-de-lança também é de topo. Um treinador com muita experiência... Será um jogo que vai exigir muito de nós, mas competir na Europa é sempre complicado. Temos de estar preparados, trabalhar muito e dar o nosso máximo".
O que espera do adversário: "Tem uma boa equipa, um treinador com muita experiencia. O jogo vai exigir muito esforço da nossa parte e competir na Europa é muito complicado. Temos de dar tudo no jogo de amanhã".
Regresso aos Países Baixos: "A boa parte é que tivemos a mesma ideia e trouxe vinho para o treinador do Utrecht. Espero que o beba antes do jogo e que erre na tática. Pode ser que um bom vinho português nos ajude a vencer este jogo".
Como pôr a equipa longe do ruído da polémica do árbitro do FC Porto-Braga: "A equipa está longe desse barulho e, para encerrar esse capítulo, ou pô-lo de lado, o comunicado do clube foi bastante claro e concordo com todas as palavras desse documento. Total confiança no presidente, na administração, que vão tratar deste assunto".
Zaidu de fora nos últimos jogos: "Infelizmente, na Liga só podemos ter 20 jogadores e ter um jogador como o Martim ajuda, porque pode alinhar dos dois lados, mas o Zaidu vai ser titular amanhã".
Jogo com o Famalicão após Liga Europa: ""Para nós, só nos interessa o jogo de amanhã. O duelo com o Braga foi muito exigente fisicamente e temos de ajustar algumas situações, mas vamos apresentar o melhor onze possível, porque queremos conquistar pontos aqui e continuar a somar para nos apurarmos o mais depressa possível".
Depois de sair do Ajax ficou mais bem visto: "O que me poderia deixar orgulhoso era ter dado o título ao Ajax, o que não aconteceu. Ficaram as boas memórias e isso vai ficar para sempre. Mantenho contacto com pessoas com quem trabalhei la. O que penso do Ajax? A ligação ao clube e às pessoas não é um segredo, mas vejo os jogos como adepto, ao longe, e não é gentil comentar a situação que estão. Acho que vou ver uns minutos do jogo desta noite, mas depois temos reunião sobre o jogo de amanhã".
Utrecht vai ser jogo complicado: "Repito isso para amanhã. Não consegui vencer o Utrecht e isso mostra que a minha análise estava correta. Vamos tentar mudar a dinâmica, não é uma vingança".
Dor de não conquistar titulo no Ajax: "Vai ficar para sempre mas, mais importante do que isso, são as boas memórias. É normal que as vossas perguntas sejam sobre isso, mas o mais importante é o jogo de amanhã. Em Portugal, as conferências de imprensa são mais rápidas, duram sete ou oito minutos e já adivinhava que aqui ia durar 30 ou 40 minutos".
Cidade de Amesterdão: "Tirei algumas fotografias do avião, porque foi a primeira vez que cheguei a Amesterdão à noite, cheia de luz. Foi bom ver o sítio onde eu vivia e as luzes na Arena Amesterdão. Que seja um bom jogo. Adoro a cidade, tenho boas memórias. Do que sinto mais falta são das pessoas com quem trabalhei. Trouxe a família para fazer o tour dos canais antes de deixar a cidade".

