
Ricardo Junior / Global Imagens
Nenhum clube chegou aos 17 milhões exigidos e Luís Filipe Vieira terá de partir pedra com o goleador. A inclusão no plantel não está excluída, com pedido de desculpas.
O preço para vender Cardozo - 17 milhões de euros a pronto - foi fixado pelo presidente do Benfica, em meados de junho, três semanas depois de o paraguaio se ter "pegado" com o treinador Jorge Jesus e o colega André Almeida no relvado do Jamor, na difícil digestão da derrota na final da Taça de Portugal, ante o Vitória de Guimarães (1-2).
Com turcos (Fenerbahçe) e ingleses (Cardiff City, Newcastle, Liverpool e Manchester City) de roda do goleador, a ideia de Luís Filipe Vieira era fazer negócio até dia 17 de julho (próxima quarta-feira), data definida para o Tacuara se apresentar no Seixal.
Como nenhum clube "bateu" o valor reclamado - o agente do jogador, Pedro Aldave, em face das exigências, chegou a dizer que, na verdade, o líder dos encarnados não queria abrir mão do goleador de 30 anos -, o plano de transferência fracassa e, nessa circunstância, abrir-se-á um novo cenário: o jogador viaja para Lisboa no início da semana, acompanhado pelo seu representante, e, antes de qualquer contacto com o plantel e o treinador, será chamado ao gabinete do presidente para uma conversa dura e definitiva sobre o imbróglio.
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