Gondomar-Canelas aqueceu, mas agressões são desmentidas: "Nunca fui ao hospital"

Ivo Pereira/Global Imagens
André Teixeira, adjunto do Gondomar, desmente que tenha sido assistido no hospital após desacatos no encontro com o Canelas.
Na 22.ª jornada do Campeonato de Portugal, o Gondomar venceu em casa, por 1-0, o Canelas, num jogo com alguns incidentes no final. Correu a informação após o encontro que o treinador adjunto do Gondomar teria sido agredido e hospitalizado, algo que o clube da casa e o próprio visado negam. "Nunca fui ao hospital", começa por dizer André Teixeira, treinador-adjunto do Gondomar, que preferia não ver o seu nome associado a um episódio destes. "O que houve é normal em jogos de futebol. A equipa que perdeu não gostou de perder, houve troca de palavras, alguns empurrões, mas nada de especial, e alimentar esta novela não é bom para o futebol", esclareceu a O JOGO.
A mesma versão é corroborada pelo presidente da equipa da casa, que esteve presente a assistir ao embate. "Hospital? É mentira! Foi tudo normal, não percebo como surgem relatos de agressões. Houve uma troca de palavras, chamar uns nomes, uns empurrões, mas é normal. Também não gosto de perder", considerou Álvaro Cerqueira, presidente do Gondomar.
O dirigente conta que demorou a entrar na zona técnica do estádio por ter de aguardar autorização do delegado e que, quando entrou "já estava tudo sanado". "Contaram-me que tinham existido troca de palavras, nomeadamente de um jogador que já jogou pelo Gondomar, o Tiago Silva, mas que ficou tudo resolvido. Quando saí estava tudo normal, despedi-me da comitiva do Canelas e desejei-lhes boa sorte", afirmou ao nosso jornal o dirigente, surpreendido pelas notícias que relatavam incidentes mais graves.
O JOGO tentou ainda obter a versão do Canelas mas Vítor Catão, antigo diretor desportivo do clube, disse não ter estado no estádio a ver o jogo, pelo que não podia acrescentar nada sobre o que lá terá acontecido.
