
Jorge Amaral/Global Imagens
Eliminado nos oitavos de final da Champions, o Benfica volta-se agora para a I Liga e espera que se mantenha o hábito de dar a volta sem azia aos jogos pós-insucesso europeu
Com a goleada em Dortmund e consequente afastamento da Liga dos Campeões, o Benfica volta agora às competições internas e, como afirmou Rui Vitória, espera que o desaire europeu não deixe marcas. E é essa a reação que se pretende para a receção de segunda-feira ao Belenenses, contando com um histórico favorável no pós-Champions, no qual a equipa apenas registou uma má digestão a seguir a um falhanço na Europa.
Concentrados agora na defesa da vantagem de apenas um ponto sobre o FC Porto no campeonato, os encarnados apostam tudo na revalidação do título de campeão, consubstanciado num tetra inédito. E para manter intacto o objetivo, apontam ao triunfo sobre o Belenenses, sendo este resultado positivo a regra desde a época passada.
Com Rui Vitória ao leme, as águias não venceram nove jogos da Champions, mas reagiram com êxitos em oito das partidas seguintes. Só na primeira, depois da derrota com o Galatasaray, voltaram a perder
Em nove jogos na Liga dos Campeões em que o Benfica deixou escapar a vitória, apenas no primeiro de Rui Vitória as marcas se fizeram sentir no encontro seguinte. Após derrota com o Galatasaray, na Turquia, as águias caíram, na Luz, ante o Sporting, com os leões a triunfarem por 3-0.
Desde então e até Dortmund, seguiram-se oito escorregadelas europeias, sempre com jogos de campeonato no rescaldo e com triunfos amealhados pelos encarnados, que lhes permitiram embalar rumo ao tricampeonato. Em 2015/16 registaram-se mais dois empates (Astana e Bayern) e duas derrotas (Atlético Madrid e Bayern), seguindo-se vitórias sobre Braga, Académica e V. Setúbal (dois jogos). Esta época, novamente dois empates (ambos com o Besiktas) e dois desaires (ambos com o Nápoles) tiveram como resposta triunfos sobre Braga, Feirense, Moreirense e Sporting.
