
Rúben Amorim
Gerardo Santos / Global Imagens
Declarações de Rúben Amorim, treinador leonino, em conferência de imprensa de antevisão ao Sporting-V. Guimarães, partida relativa à 12.ª jornada da Liga Bwin e que está marcada para sábado, às 20h30.
Na preparação para o jogo, vai focar-se mais no estratégico ou psicológico? "Vimos de um início de época difícil. Depois de uma derrota que nos custou e que não foi justa, temos de focar muito na nossa tarefa para o jogo, para ajudar a parte mental. Se eles souberem o que temos de fazer, isso ajuda os jogadores a tirar o pensamento de outras coisas".
O Sporting já sofreu 18 lesões desde o início de época: "Não encontro razão nenhuma para isso. É notório que sempre dei tudo pelo clube e vou continuar a dar até ao último dia em que cá estiver. O título ajudou, as condições da altura e a cultura que criámos também, mas sei que não é eterno. Somos coerentes e é notório na minha cara o desgaste. Olham para o treinador do Sporting e veem que está a dar o máximo. Se não conseguimos bons resultados, é falta de sorte e da capacidade do treinador, nunca de esforço. A bola do Nuno Santos não tem a ver com fisionomia, o Ugarte levou duas pancadas no mesmo pé. Sofremos sete lesões traumáticas. São fases e há jogadores com más fases, também pelo stress e ansiedade. Nós fazemos a nossa observação mas fazemos o mesmo trabalho. No primeiro ano disseram que era por termos menos jogos e no ano seguinte fizemos o mesmo com os mesmos jogos. Olhamos para os factos e estamos a ter algum azar, acontece".
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