Amorim e a utilização de Nuno Santos: "Já me perguntaram quando o ia descansar..."

Rúben Amorim (créditos: Miguel Pereira/Global Imagens)
Declarações de Rúben Amorim após o FC Porto-Sporting (2-2), clássico relativo à 31.ª jornada da I Liga
Em jogos grandes, Nuno Santos só foi titular uma vez em seis. Porquê? “Ele percebe, pelas dinâmicas que temos. Quando há um lateral que joga mais baixo e Geny não pressiona na frente, para ele não é natural. Paulinho hoje também teve de defender como ala e não é normal. Os jogadores percebem as dinâmicas e eu já os conheço bem. Nesta época também já me perguntaram quando ia descansar o Nuno Santos, porque andava a fazer muitos jogos seguidos. Não há grande explicação, os jogadores percebem, são inteligentes e o Nuno já fez muitos jogos”.
Sporting entrou em campo com uma camisola em homenagem a Manuel Fernandes e quem marcou foi Gyokeres, o camisola 9. Coincidência para o título? “Espero que sim, o Manuel Fernandes está a passar por momento difícil e ficou muito feliz por vestirmos a camisola dele num jogo tão importante. O Viktor é mais um avançado que vai ficar na história, mas ainda tem de fazer muito. Espero que seja mais um sinal para o título”.
O que disse ao intervalo? “Acima de tudo pedi energia e relembrámos que estamos a jogar para um título, mudámos algumas coisas. O Dani Bragança não saiu por estar a jogar mal, mas porque queríamos um pé direito, podia ser Morita mas preferi o Pote para criar superioridade naquele corredor. Foi sobretudo pelo aspeto mental, relembrar o que aconteceu no ano passado e pedir para sermos agressivos, foi mais por aí”.
