
Rúben Amorim
MANUEL ALMEIDA/LUSA
Declarações de Rúben Amorim, treinador do Sporting, após o empate com o Arsenal (2-2), na primeira mão dos oitavos de final da Liga Europa
Pote a marcar Saliba em canto que deu golo: "Defendemos à zona. Os que marcam homem a homem são os 'gajos' que... [risos. ] Os jogadores pequenos não estão lá para cabecear mas sim para atrapalhar. Não é arriscado. Não podemos meter o Seba a marcar o Saliba, o Saliba sai e ficamos sem o Seba no meio. O Pote não está lá para ganhar bola nenhuma nem ao Zinchenko, quanto mais ao Saliba. O Matheus Reis também foi um pouco importunado na bola parada."
Duelo Bellerín-Esgaio: "Héctor e Esgaio fizeram o trabalho tático, mas o Esgaio já ia jogar este jogo, fez bom jogo em Portimão e está com andamento. Podia ter feito a mesma coisa, podia ter posto o Bellerín."
Golos falhados: "O jogador que falhou mais golos foi o Pote, eu não o ensinei a jogar nem fiz trabalho específico, há coisas que não sei explicar. Tem sabor agridoce porque criámos e não marcámos. Ainda não sei a fórmula para criar esse clique mental."
Posição de St. Juste: "Se olharmos para o jogo, mesmo com Esgaio bem, sabíamos que haveriam bolas paradas. Precisávamos de um jogador tão rápido na transição que chegasse antes do adversário. Vamos tentar atacá-los em transições. O St. Juste é muito rápido e forte, para mim não é um central, é o que tiver de ser, tem essas características. Já tinha pensado nisso no passado, mas temos outros jogadores para jogar ali."
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