
Salgado Zenha com Frederico Varandas
Pedro Rocha/Global Imagens
Salgado Zenha, vice-presidente e administrador do Sporting, sobre a proposta de aumento da remuneração.
Salgado Zenha, vice-presidente e administrador do Sporting, disse encarar com naturalidade a proposta de aumento da remuneração para os administradores da SAD, para 182 mil euros por ano para o presidente e 131 mil euros para os restantes elementos, que podem ser acrescidos de um montante variável, mediante a concretização de objetivos desportivos e financeiros.
"Não somos nós que decidimos, mas não sou hipócrita (...), faz sentido porque temos um estudo de benchmarking que mostra que o agora sugerido é muito abaixo da mediana do mercado e, se formos ver, os administradores dos nossos rivais ganham mais do que nós, e não estou a falar de variáveis", explicou Salgado Zenha, acrescentando que esta medida visa "atrair talento" para a administração.
Relativamente à época 2018/19, a mesma Assembleia-Geral da SAD, convocada para 1 de outubro, deverá ratificar a ausência de remuneração variável para os elementos da sociedade, que foi abdicada por todos os elementos, assim como os montantes a receber mensalmente pelo presidente Frederico Varandas (13 mil euros brutos, a que correspondem cerca de seis líquidos, descontados 41,5% para o IRS e 11% para a Segurança Social) e os três vogais da administração.
"Em primeiro, quem decide a política de remunerações é uma comissão acionista e, em segundo, esta direção prometeu manter os vencimentos da anterior e recebeu menos, porque abdicaram do 'bolo' dos prémios coletivos indexados aos resultados desportivos", reiterou.
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