Luís Castro é o treinador que mais agrada ao V. Guimarães

Luís Castro é o treinador que mais agrada ao V. Guimarães
Melo Rosa/Tomaz Andrade

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Castro tem uma cláusula de 350 mil euros para sair do Chaves, tendo também propostas do estrangeiro, embora se sinta disposto a privilegiar o crescimento da carreira.

Trinta e um anos depois, Luís Castro pode estar de regresso ao Vitória. Se nas épocas de 1985/86 e 86/87, o então defesa não teve grandes oportunidades para jogar num plantel com nomes sonantes e classificações excelentes (quarto e terceiro lugares, respetivamente), o atual treinador do Chaves é visto pela SAD como uma contratação de peso para ajudar a pôr de pé um projeto que visa manter a equipa sistematicamente nos lugares cimeiros nos próximos anos. Castro é nesta altura o nome mais forte no processo de sucessão técnica do Vitória, agora que está consumada a saída de José Peseiro. Como é normal nestes casos, há outros nomes em cima da mesa, sobretudo pelo trajeto recente de treinadores como Miguel Cardoso, do Rio Ave.

Com mais uma época de ligação ao Chaves, para o Vitória tirar Luís Castro de Trás-os-Montes terá de bater a cláusula rescisória, isto é, 350 mil euros. Sabe O JOGO que o treinador tem várias possibilidades para prosseguir a carreira no estrangeiro e com ofertas generosas do ponto de vista financeiro, embora nesta altura esteja mais disposto a apostar num projeto que lhe permita crescer no mercado futebolístico. E se o Chaves se enquadra nesse espírito, o Vitória ainda lhe pode encher mais as medidas.

Nesta altura, e isso também é certo, a administração tem preferências e vai desenvolvendo conversas no sentido de avaliar capacidades, faltando a decisão final. Nesse sentido, Miguel Cardoso é igualmente um nome falado nos gabinetes vitorianos, mas se o trabalho excelente no Rio Ave é um ponto a favor, a maior experiência de Castro e, por consequência, uma eventual melhor adaptação a um clube exigente e com uma imensa massa humana podem ser determinantes.

Paralelamente ao processo de escolha de treinador, o dossiê relativo à construção do plantel continua em marcha, sendo, obviamente, da responsabilidade da SAD.