O negócio Thierry Correia e o que ouviu Varandas de Bas Dost

O negócio Thierry Correia e o que ouviu Varandas de Bas Dost

Presidente do Sporting detalhou a saída do avançado holandês.

Aposta na Academia

"A equipa de sub-23, no ano passado, tinha apenas um jogador com 18 anos. Este ano, têm 10, cinco deles ainda com menos do que os 18 anos. Temos um miúdo, super talentoso, com 16 anos... Esta é a política do Sporting e, para o ano, três ou quatro jogadores desta equipa vão fazer parte do plantel principal"

Venda de Thierry Correia

"A proposta foi muito boa. É um jovem formado no Sporting, considerando o nosso momento, o valor do jogador, e a proposta, considero que foi um bom negócio"

Saída de Bas Dost

"Muito honestamente, foi o negócio possível. No final de maio, o jogador demonstrou desejo de sair. A partir desse momento, começamos a preparar o plantel grupo sem Bas Dost. E sem o peso do Bas Dost no nosso orçamento. Além de gostar de Bas Dost como homem e profissional, assumo que gostava de ter Bas Dost no plantel. Mas quando ouço um jogador a dizer em maio que não quer ficar, e quando esse jogador, paralelamente a esse desejo, significa um custo de 5,9 milhões de euros por ano... Não é um custo suportável para o Sporting e até para a realidade do futebol português. Não podemos ter um jogador que custa seis milhões por ano no nosso plantel. É quase 10 por cento do nosso orçamento. Não gostei da maneira como ele saiu, mas não foi o Sporting. Lamentavelmente, fomos obrigados a fazer aquela troca de comunicados, porque, por muito que eu goste do jogador, da pessoa e do homem, não posso ficar refém de um agente. Foi a venda possível. Sei que ser líder, e ter que tomar decisões, faz com que muita gente não fique feliz. Um verdadeiro líder não pode fazer toda a gente feliz. Se quer fazer toda a gente feliz, que vá vender gelados".