Testemunha explica razão pela qual a GNR não intercetou adeptos na Academia

Testemunha explica razão pela qual a GNR não intercetou adeptos na Academia

Decorre esta terça-feira a segunda sessão do julgamento do processo do ataque à Academia do Sporting.

O operacional da GNR André Medinas, testemunha presente na segunda sessão do julgamento do processo do ataque à Academia de Alcochete, explicou à juíza por que razão as autoridades não intercetaram adeptos à chegada ao centro de treinos leonino.

O agente referiu que as ordens que tinham recebido consistiam na ida à Academia. Só quando lá chegaram foram informados por um vigilante fardado de que já não estava ninguém no recinto e, aí, voltaram para trás para intercetar os fugitivos, conseguindo fazê-lo com um bloqueio de estrada.

O único ponto em que diferiu da descrição de Tiago Mateus, o primeiro operacional a ser ouvido esta terça-feira, esteve relacionado com o número de indivíduos a correrem na estrada: Medinas apontou 30 pessoas, Mateus falou em 50.