Rescisões rebeldes pós-Alcochete ainda renderam milhões

Rescisões rebeldes pós-Alcochete ainda renderam milhões
Mário Duarte

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Entendimento estabelecido com Olympiacos permitiu alargar a operação de minimização dos danos provocados em 2018

Acordo por Podence deu sequência ao que já fora conseguido por Patrício com o Wolves e por Gelson com o Atlético de Madrid, em negócio que englobou a contratação de Vietto. Negócios difíceis, mas que renderam 40 milhões.

O princípio de acordo com o Olympiacos já havia sido revelado, mas o entendimento pleno com o emblema grego só foi oficializado às 23h58 da passada segunda-feira, sendo abafado pela vertigem do encerramento do mercado de transferências, que foi particularmente agitado em Alvalade e que permitiu aos leões concretizar os empréstimos de Jesé Rodríguez do PSG, de Yannick Bolasie do Everton e de Fernando do Shakhtar Donetsk.

O Sporting e o Olympiacos chegaram a acordo por Daniel Podence, que rescindira com os leões alegando justa causa, no seguimento do ataque à Academia de 15 de maio de 2018, fixando o pagamento de sete milhões de euros do clube grego ao emblema de Alvalade.

Este derradeiro pacto significou o desbloquear de 40 milhões por parte do elenco dirigido por Frederico Varandas na gestão dos casos das rescisões.

Podence foi o último caso a ser resolvido e, no seguimento do acordo, foi consumada a cedência por empréstimo de Bruno Gaspar ao Olympiacos. Mas já antes Varandas chegara a acordo com o Wolverhampton por Rui Patrício, num acordo que rendeu 18 milhões de euros aos cofres da SAD leonina; e de seguida foi firmado outro acordo com o Atlético de Madrid, numa operação conjunta avaliada em 22,5 milhões de euros: 15 milhões por Gelson e a transferência de Luciano Vietto para Alvalade por 7,5 milhões de euros.

Os restantes casos, de Rafael Leão e Rúben Ribeiro, prosseguem na justiça e não têm fim à vista.