Juve Leo lamenta "bancadas despidas" e estranha "dualidade de critérios"

Juve Leo lamenta "bancadas despidas" e estranha "dualidade de critérios"

A claque Juventude Leonina, afeta ao Sporting, diz que não se percebe porque é que estádios não podem ter pessoas a assistir ao jogos, quando há espetáculos, em "recinto fechado", onde já é permitido ter público.

A claque do Sporting Juventude Leonina assinala esta quarta-feira o regresso da I Liga e estranha a "dualidade de critérios" no que toca aos jogos à porta fechada e a outros espetáculos que jáse realizaram com público. Os apoiantes da formação verde e branca dão como exemplo o concerto de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, "Deixem o Pimba em Paz", que se realizou no Campo Pequeno na segunda e na terça-feira,

"Não deixa de ser estranho a dualidade de critérios existente, pois nos estádios, que são abertos, não podem estar adeptos e os jogos realizam-se à porta fechada, mas numa sala como o Campo Pequeno, um recinto fechado, já podem estar mais de 2 mil pessoas, entre elas as mais altas instâncias do país, e aqui refira-se que nada temos contra a cultura e o espetáculo em si, mas gostaríamos de saber qual a explicação para esta evidente dualidade de critérios. Os adeptos de futebol merecem respeito", escreve a Juventude Leonina numa publicação nas redes sociais.

A Juve Leo defende que com as bancadas "despidas de adeptos", uma peça "fundamental do fenómeno desportivo", o futebol "deixa de ser futebol".

Leia a publicação na íntegra:

"Praticamente 3 meses depois da suspensão do campeonato nacional de futebol, hoje a bola volta a rolar com o início da 25ª Jornada.

Amanhã, quinta-feira, a nossa equipa volta a subir ao relvado, e logo num jogo em Guimarães, frente à equipa local. Desta vez, por imposição da DGS, as bancadas estarão despidas de adeptos, que são uma peça fundamental do fenómeno desportivo. O futebol sem adeptos, deixa de ser futebol.

Não deixa de ser estranho a dualidade de critérios existente, pois nos estádios, que são abertos, não podem estar adeptos e os jogos realizam-se à porta fechada, mas numa sala como o Campo Pequeno, um recinto fechado, já podem estar mais de 2 mil pessoas, entre elas as mais altas instâncias do país, e aqui refira-se que nada temos contra a cultura e o espetáculo em si, mas gostaríamos de saber qual a explicação para esta evidente dualidade de critérios. Os adeptos de futebol merecem respeito.

Independentemente de tudo isto, amanhã a nossa equipa, não terá o nosso apoio físico, mas sabem que estamos sempre com eles em busca da vitória."