Bruno de Carvalho: "Diz-se que havia um mandado de detenção"

Bruno de Carvalho: "Diz-se que havia um mandado de detenção"

Antigo presidente do Sporting apresentou-se voluntariamente no DCIAP, esta quinta-feira, mas revelou que acabou por não ser ouvido.

Processo: "Fui ao DCIAP e chegámos à conclusão que o processo estaria no DIAP. Mas não, está no juiz de instrução. Só fomos notificados hoje do indeferimento. Não pudemos ser ouvidos porque não há processo".

Disponibilidade: "Continuamos na senda de eu ser culpado, por ser culpado no festival absolutamente idiota de tochas... Fala-se nos bastidores do mandado de detenção para ser ouvido... Eu vim ao DIAP para prestar informações necessárias. Disseram-me que não me iam ouvir porque não está cá o processo. Vim demonstrar, de forma voluntária, que não é preciso nada. É dizerem: precisam de falar comigo e eu vou. Onde for preciso, eu vou".

Ataque à Academia: "Não tive conhecimento absolutamente nenhum do ataque, a não ser quando nos vieram avisar que tinha acontecido e fui à Academia. Só soube depois de estar a acontecer"

Possibilidade de receber mandado: "Preventivamente foram detidas muitas pessoas no Mundo inteiro. Chegou ao meu conhecimento que haveria um mandato para esta sexta-feira para ser inquirido. Vim aqui não por estratégia, vim por caráter e personalidade. Eu não necessito de mandatos. Diz-se que havia um mandado de detenção, mas há muitos géneros, este seria para ser ouvido. A justiça faz o seu trabalho e o meu trabalho é estar disponível para colaborar".

Prevenção? "Não quero prevenir nada, quero fazer o que sempre fiz: colaborar nos processos. Com tudo o que sei sobre os assuntos, com todas as dúvidas sobre os assuntos e é isso que fiz".

Consciência tranquila: "Tenho a consciência tranquila em tudo: 'cashballs', auditorias forenses, ataque à Academia..."