Bas Dost nomeia avançado mortífero e confessa: "Faço muitos golos de m..."

Bas Dost nomeia avançado mortífero e confessa: "Faço muitos golos de m..."

Avançado leonino falou à Sporting TV.

Menos assistências e mais golos: "Continuo a gostar mas o meu trabalho é marcar golos e aceito isso. É o que todos esperam que eu faça. Mas isso não quer dizer que não goste de fazer assistências. Por exemplo, no jogo com o Rio Ave, recebi uma assistência do Acuña, era impossível ter uma bola melhor do que aquela. Foi perfeita. É preciso finalizar depois, mas com cruzamentos assim é uma alegria jogar futebol".

Período na Bundesliga, onde foi o único holandês a marcar quatro golos num só jogo: "Acho que nesse jogo tive quatro oportunidades e marquei quatro golos. Que foram também grandes golos. Faço muitos golos de mer... na minha carreira, é o trabalho de um ponta-de-lança, mas nesse jogo todos foram bons golos. Foi um dia perfeito. E no último minuto marquei o golo da vitória, ganhámos 5-4. Foi um resultado incrível".

Wolfsburgo: "No meu tempo no Wolfsburgo aprendi que futebol não é só jogar e ter a bola, também é não ter a bola. Nunca aprendi isso na Holanda. Só treinava com bola. De repente estava na Alemanha e todos os dias fazíamos caminhadas na floresta. Era tudo novo para mim. Tive problemas com isso, precisava de evoluir. Também reparei que muitos treinadores alemães gostavam mais de avançados que lutavam do que daqueles mais tranquilos. Por isso, senti algumas dificuldades lá. Mas no final isso tornou-me melhor jogador".

Seleção: "Desejo-lhes o melhor, claro. Estarei a vê-los na rua se eles forem ao Mundial. Mas para mim já não é uma opção. Aconteceram muitas coisas neste período anterior. Para mim já não é uma opção".

Avançado mortífero: "Um avançado tem de ser mortífero na área. Tem de aproveitar cada oportunidade. Isto é o principal. Mas guardar a bola e tomar as decisões certas quando se está longe da área também é muito importante. Muitos avançados são capazes de marcar mas outros não conseguem jogar bem com o resto da equipa. Por exemplo, Lewandowski, no Bayern, é incrível. Ele tem tudo. Marca, joga... Combinar estas duas coisas torna-te num grande avançado".