Fonte próxima do processo assegura que foi o Sporting a contactar a Gestifute

Fonte próxima do processo assegura que foi o Sporting a contactar a Gestifute
Manuel Casaca

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Fonte ligada ao processo assegura que foi o Sporting que contactou a Gestifute no dia 23 de maio para liquidar créditos em atraso.

O Conselho Diretivo do Sporting lançou este domingo, através de um comunicado, um desafio à Gestifute, questionando a empresa liderada pelo empresário Jorge Mendes se pediu ou não sete milhões de euros para que a transferência de Rui Patrício se realizasse, de forma a liquidar acertos de contas que considera devidos por cláusulas que existiam nos contratos de renovação do guardião e Adrien no tempo de Godinho Lopes.

Fonte próxima do processo assegurou a O JOGO que não existiu qualquer chantagem e que o administrador da SAD do Sporting Guilherme Pinheiro é que contactou a 23 de maio a empresa (a proposta do Wolverhampton só surgiu a 30), propondo o pagamento de créditos em atraso, de forma faseada, até 2021. Foi proposto, sempre de acordo com a mesma fonte, o pagamento de quatro milhões de forma faseada, com a primeira prestação a ser paga já este ano.

Quatro milhões de euros são devidos à transferência do médio Adrien para o Leicester, tendo a Gestifute, por outro lado, direito a três milhões de acordo com o contratualizado numa venda de Rui Patrício, tendo o clube leonino atribuído à Gestifute, a título de remuneração dos seus serviços, uma percentagem dos direitos económicos relativos ao guarda-redes internacional português.