Emanuel Ferro: as ausências, a rotatividade e o "estímulo diferente" para João Mário

Emanuel Ferro: as ausências, a rotatividade e o "estímulo diferente" para João Mário
Rafael Toucedo

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Sporting defronta amanhã, segunda-feira, o Sacavenense, em jogo da terceira eliminatória da Taça de Portugal agendado para as 21h15.

Como é que o Sporting olha para a prova e o adversário? Todos disponíveis?

"Olhamos para esta competição com grande ambição. É competição onde em cada eliminatória tem de haver respeito enorme independentemente da divisão em que competem. Há oportunidade à surpresa e queremos entrar com respeito e rigor. Respeitar o Sacavenense, adversário pronto para nos fazer vida difícil. Temos a intenção de vencer a competição".

Ausências

"Temos o Plata infetado, o Luiz Phellype que se mantém indisponível e o Pote que se lesionou nos últimos dias e não estará disponível".

Rotação ou os melhores?

"Vai ser feita uma gestão como para todos os jogos, cada jogo tem a sua história. Este jogo vem a seguir a paragem para competições, preparamo-nos com uma equipa capaz de ultrapassar o desafio. Poderá haver uma ou outra mudança. Eliminando imagem de facilitismo, a ideia é chegar e fazer o nosso melhor jogo, com oportunidade para crescer em relação ao nosso jogo. O adversário vem com ambição de mostrar a sua paixão. Estamos perante um nível diferente, mas nesta competição a paixão pelo jogo pode fazer a diferença no jogo do adversário e temos de estar preparados para isso".

Sem competir desde dia 7, positivo dar competição e manter ritmo?

"Compreendo. A situação é vista de forma individual, o tempo de utilização nas seleções foi tido em conta, tal como a acumulação de tempo na época. Tentar cariz competitivo para não ter tanto tempo de paragem sem estímulo competitivo. E de forma individualizada e temos consciência que foi conseguido".

Jovens de início, como Eduardo Quaresma e Maximiano? Como prepararam o jogo?

"A nossa já é constituída por jovens jogadores. A rotação é não mais que utilizar jogadores do plantel. O Quaresma teve oportunidades no ano passado, este ano ainda não aconteceu. O que entendemos é que temos de procurar uma gestão de procurar um jogo em que sabemos que é a eliminar. Tendo em conta seleções, viagens, condicionantes do dia a dia... depois a gestão da convocatória e para o onze é feita em função disso. Não há rodar por rodar. Vamos para o jogo pensando que temos equipa para ganhar o jogo e as condicionantes fazem escolhas específicas".

Pote, surpreendido com o ser suplente nos Sub-21 (e não na A)?

"Evidencia-se resultado do trabalho coletivo que se faz. É pelo trabalho da equipa. Isso é trabalho da seleção. É consequência do que é feito nos clubes, essa escolha não é nossa. O trabalho aqui ajuda quanto às seleções".

Pré-temporada para João Mário?

"Chegou um pouco mais tarde, tem participado nos jogos, temos consciência que precisaria de um estímulo diferente e isso aconteceu para ele e para os outros. É a forma como trabalhamos. Procurámos sobretudo criar condições para num momento competitivo ter toda a equipa nas melhores condições".

Responsabilidade de conquistar Taça?

"Responsabilidade é de entrega, vontade de ganhar, fazer o melhor trabalho. A ambição é grande, competição de muita importância e de tradição. Todo o clube tem o sonho de chegar ao Jamor e não abdicamos disso. Amanhã é o primeiro passo para isso".