Casa arrumada até 30 de junho

As rescisões surgem no âmbito do plano de redução de custos acordado com a banca e o processo não terminou: funcionários serão avaliados caso a caso até junho

Os 15 quadros do Sporting com quem está a ser negociada a rescisão contratual, ontem identificados por O JOGO, são apenas a face mais visível de uma reestruturação em curso que está longe de terminada. A casa é para arrumar até ao final da época, com uma profunda redução de custos fixos, tal como tinha ficado acordado com os bancos parceiros financeiros do emblema verde e branco: em causa a necessidade de adequar a exploração do clube às receitas e às responsabilidades assumidas pelos credores, tarefa a que o presidente, Bruno de Carvalho, tem dado prioridade absoluta.

Os nomes dos funcionários dispensados na terça-feira são os mais mediáticos do lote - entre Manuel Fernandes, Luís Vidigal, Pedro Sousa (diretor de comunicação) contratados por Godinho Lopes, Jean Paul, Maurício do Vale ou José Diogo Salema, quadros que há muito estão ligados ao clube, até Diogo Matos e Mário Patrício, que faziam parte da lista liderada por José Couceiro, derrotada nas eleições de março -, mas a nova Direção vai analisar caso a caso o custo e relevância de cada funcionário do clube e do universo de empresas participadas, de forma a avaliar aqueles que poderão continuar e os que também serão convidados a sair. Os responsáveis leoninos garantem que este processo de avaliação vai obedecer a diversos critérios, bem definidos, que vão desde a antiguidade à produtividade, passando pelo grau de eficácia da função e, claro, pelo vencimento que auferem.

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