Amorim ainda terá de esperar: Paulinho a cem por cento só em abril

Amorim ainda terá de esperar: Paulinho a cem por cento só em abril
Bruno Fernandes/Rafael Toucedo

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Avançado foi dispendioso no mercado de janeiro e só fez três jogos antes de se lesionar, sem qualquer golo. Já falhou três partidas e pode ser ausência em mais duas. Problemas físicos já vêm de Braga.

Ao que O JOGO apurou, a paragem de Paulinho, não especificada ao pormenor pelo clube leonino nos boletins destas últimas duas semanas, deve-se a uma microrrotura num tendão na coxa esquerda, e o avançado só deverá voltar à competição em abril.

Paulinho, que já chegou do Braga com esforço acumulado, lesionou-se em treino, antes da receção ao Portimonense (20 de fevereiro), e no final desse jogo o técnico Rúben Amorim deu conta de problemas musculares que o afastariam também da partida seguinte, contra o FC Porto. O avançado falhou ainda, depois disso, o Santa Clara; não está em condições de defrontar o Tondela no próximo sábado, apurámos, e dificilmente estará em forma para voltar contra o V. Guimarães (dia 20), na jornada seguinte.

Depois do encontro com os minhotos, a Liga NOS trava por causa dos compromissos de seleções, pausa que será aproveitada para o camisola 21 apurar a recuperação e ficar em condições de utilização no início de abril, contra o Moreirense.

Cumprindo este prazo de recuperação, Paulinho voltará a tempo de ajudar os leões nas dez finais que faltarão para o término do campeonato e que vão decidir se o clube de Alvalade consegue quebrar o longo jejum de títulos na principal prova nacional. Antes de se lesionar, recorde-se, o reforço de inverno tinha vestido a camisola leonina em três desafios, mas ficou sempre em branco (contra Paços de Ferreira, Gil Vicente e Marítimo).

Lembramos ainda que Paulinho era reforço há muito pretendido por Frederico Varandas e Rúben Amorim, como o nosso jornal deu conta em tempo oportuno, mas a transferência não foi fácil e só se concluiu no último dia da última janela de mercado. Levou a SAD a fazer a sua contratação mais cara de sempre: 16 milhões de euros, mais IVA, num negócio que envolveu ainda Sporar e Borja, que rumaram a Braga.