Pinto da Costa: "Quando falamos não é por perder, é um grito de revolta"

Pinto da Costa: "Quando falamos não é por perder, é um grito de revolta"
Bruno Filipe Monteiro

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Pinto da Costa, presidente do FC Porto, marcou presença no jantar de Natal da comissão que habitualmente apoia as candidaturas a novos mandatos e desta feita concentrou-se em explicar as declarações na zona mista seguinte ao FC Porto-Chaves, disputado na segunda-feira.

Os adeptos mais velhos e mais novos: "Temos a paixão pelo FC Porto e dentro dessa paixão os mais velhos passaram por momentos mais difíceis e os outros, felizmente mais novos, conheceram o que são as grandes vitórias e triunfar internacionalmente por sete vezes, mais do que os outros juntos, em grandes provas europeias"

A revolta após o FC Porto-Chaves: "Sobre o que ontem se assistiu no Estádio do Dragão que fique bem claro: quando falamos não são desculpas por não vencermos, porque ontem ganhamos e não pude calar a revolta de um estádio inteiro."

O momento das críticas: "Houve jogos que não vencemos e de minha parte ou outra pessoa qualquer ouviram uma palavra de crítica ao árbitro. Foi assim após o FC Porto-Benfica, o Belenenses-FC Porto e assim sucederá sempre que não vencermos por culpa nossa, falta de inspiração ou mérito. Não são desculpas de quem perde, mas um grito de revolta depois do que sucedeu ontem. Há pessoas responsáveis que viram o que todos viram, as televisões mostraram, a maioria dos jornais mostraram."

Com força para ser presidente: "Há 34 anos, quase 35, quando assumi a presidência do FC Porto disse que no dia em que não sentisse coragem para falar ou enfrentar por medo, de imediato apresentaria a demissão. Se ao fim de 34 anos ainda cá estou é porque mantenho a consciência. Posso ter errado, mas nunca deixei de lutar. Com o vosso apoio e paixão pelo FC Porto nunca terei medo. Enquanto tiver forças e coragem enfrentarei todos aqueles que desde 1987 comecei a incomodar e que me tentam derrubar."