"Parecia que tinha sido eu a marcar. Lembro-me de correr para abraçar o Herrera"

"Parecia que tinha sido eu a marcar. Lembro-me de correr para abraçar o Herrera"
Carlos Gouveia / Rita Morais

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Ricardo Pereira esteve esta quarta-feira na rubrica "FC Porto em casa" e falou sobre o golo de Herrera ao Benfica que, no dia 15 de abril de 2018, dava a vitória e a liderança do campeonato ao FC Porto.

Sentir com o golo: "Parecia que tinha sido eu a marcar o golo, correr, festejar, nós e os adeptos. Pessoal do banco, treinadores, tudo a festejar. Muita felicidade".

Saída do Dragão: "Aquilo no P1 dava grande motivação. De onde apareceu aquela gente toda? Jogávamos logo ali ou em Gaia... A concentração e ansiedade antes do jogo, lembro que na primeira parte tivemos dificuldades, mas estivemos sempre juntos e demos a volta às adversidades. Da forma que foi ainda deu um gosto especial, apesar de ter sido sofrido. Lembro-me de começar a correr para abraçar o Hector [Herrera] e foi brutal".

Momento mais feliz?: "Os festejos. Foram muitos, festejámos várias vezes e não sei qual foi o melhor. Estar nos Aliados foi a cereja no topo do bolo".

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Finta ao Coentrão: "Objetivo era passar o adversário, não esperava que aquilo acontecesse, passei e creio que cruzei para o Hector [Herrera]. Teve um gosto especial por ser um pouco caricato".

Melhor jogo?: "Se calhar Paços de Ferreira. Marquei um golo e fiz duas assistências. Ganhámos 6-1 em casa. Jogo com o Benfica na primeira mão também foi bom".

Mais chato, o Alex ou o Hector [Herrera]?: "Hector mais chatinho, no bom sentido, metia-se comigo"