"Não posso imitar Helton, sou diferente"

"Não posso imitar Helton, sou diferente"

De férias em Muno Novo, na Baía, o guarda-redes que fechou a época a titular projeta o futuro e deixa uma garantia: "Estamos ansiosos por ganhar".

Durante muito tempo, Vítor Baía parecia insubstituível. E foi-o, até à natural transição para Helton. Quase nove épocas como dono da baliza deixam marca, e Fabiano aceita isso como um dado incontornável.

"Acho naturais as comparações com o Helton, é sempre assim quando alguém deixa uma marca tão forte. Mas eu tenho o meu estilo também, não posso tentar imitá-lo porque não somos iguais. Adapto-me, isso sim, ao jogo do clube", diz quem nunca se rendeu ao estatuto de suplente.

"Quando assinei, tinha consciência da qualidade e do estatuto do Helton, mas nunca me habituei a ser suplente, nunca me vi como tal, nunca deixei de lutar pelo meu espaço. Por isso, quando ele se lesionou, eu estava mais do que preparado, sempre estive pronto para ser titular, porque sempre trabalhei para isso. Lamento muito que essa oportunidade esteja associada à lesão do Helton e que, apesar do longo período no onze, não tenha tido títulos para festejar esta época", ressalvou o brasileiro.

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