Exclusivo FC Porto um a um contra o Braga: Otávio escalou o buraco onde Sarr meteu o dragão

FC Porto um a um contra o Braga: Otávio escalou o buraco onde Sarr meteu o dragão
Bruno Filipe Monteiro

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A avaliação feita por O JOGO aos jogadores do FC Porto na derrota (2-3) frente ao Braga, na segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal.

Diogo Costa 5
Segurou à primeira os remates fortes de Ricardo Horta (7") e Fransérgio (61"), mas nada podia fazer para evitar os três golos do Braga.

Manafá 5
Levou a melhor na maioria dos duelos com Galeno, e a atacar foi encontrando espaços para tirar cruzamentos. Faltou-lhe direcioná-los melhor.

Mbemba 4
Traiu Diogo Costa com um desvio no 1-0 e foi enganado por Ricardo Horta no 2-0. Antes de sair (23"), lesionado, ainda perdeu para Abel Ruiz, num lance que acabou com um remate à trave.

Pepe 4
Partiu tarde atrás de Piazon no lance do 1-0 e no 2-0 foi engolido pela movimentação ofensiva de Abel Ruiz. Quando os arsenalistas ficaram com dez, anulou os poucos contra-ataques minhotos.

Sarr 2
Não há outra forma de o dizer: foi um desastre e fica ligado aos três golos sofridos. No 1-0 foi permissivo, no 2-0 complicou três vezes a saída da bola até a perder e no 3-0 abordou mal o lance em zona perigosa.

Grujic 5
Foi sacrificado (23") quando era dos mais estáveis a nível defensivo e expeditos no ofensivo.

Uribe 4
Somou algumas perdas de bola comprometedoras, com destaque para a jogada em que Abel Ruiz atirou à trave. Aos 42", surgiu na área a cabecear à figura de Matheus e aos 57" saiu.

Corona 6
Foi uma das fontes de maior perigo para a defesa do Braga. Além de ter assistido Otávio para o 3-1, fartou-se de tentar furar pela direita e de meter bolas na área. O único remate que fez foi aos 17", para as mãos de Matheus.

Luis Díaz 5
Deixou Sarr sozinho no lance do 1-0, naquele que foi o maior lapso defensivo. Procurou redimir-se do outro lado do campo e ameaçou o golo por duas vezes. Na última, Matheus negou-lhe a festa com uma grande defesa.

Marega 6
Arrancou o vermelho a Borja, fez um golo que alimentou a esperança portista (3-2) e deu tudo o que tinha. Nem sempre foi brilhante? Não. Mas tentou por diversas vezes furar a muralha e ainda testou Matheus em mais algumas ocasiões.