Corona a O JOGO: dois episódios dramáticos e o mais habilidoso que viu

Corona a O JOGO: dois episódios dramáticos e o mais habilidoso que viu
Carlos Gouveia/António M. Soares

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Curiosidades em torno da entrevista de Corona, que pode ler em exclusivo na edição desta quarta-feira e em www.ojogo.pt.

Festa sem reflexos, mas não se mete

As últimas semanas do FC Porto ficaram marcadas pela polémica da festa da esposa de Uribe, que levou ao afastamento do médio, de Luis Díaz, Saravia e Marchesín do dérbi da Invicta. Corona preferiu não comentar. "Acho que não tenho de me meter nisso, não é da minha responsabilidade", atirou, garantindo apenas que o assunto "não terá reflexos" no futuro

Tecatito na camisola para fechar o círculo

De Corona a Tecatito, o mexicano passou a usar a alcunha na camisola. "Fiz isso porque todos me tratam assim no México e porque gosto", atirou. A verdade é que era mais conhecido por Tecatito no México e por Corona na Europa. "Assim fecha-se o círculo", diz.

Hazard, o mais habilidoso que viu

Corona teve de pensar um pouco, mas conseguiu identificar o jogador mais habilidoso com quem jogou ou que defrontou: "Como adversário, contra o Chelsea, no Mundial de Clubes, gostei muito do Hazard. No FC Porto, temos o Otávio, o Nakajima, o Luis Díaz..."

O drama do bebé e o susto de Iker

Desafiado a apontar o momento mais cómico a que assistiu na carreira, Corona não conseguiu isolar um episódio, mas destacou dois dos mais dramáticos: "Foi quando perdemos um bebé. A nível desportivo, foi o que vivemos com o Casillas; teve muito impacto, quando o vimos sofrer."

Ficou sozinho a representar o México

Corona, Herrera, Reyes, Layún e até Gudiño, a armada mexicana era grande, mas só sobra o Tecatito: "Claro que tenho saudades deles, mas cada um tem a sua vida e os seus objetivos, e é bom que eles sigam a vida deles. Mas continuo a falar com eles."

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