Anúncio de Cláudio Ramos como reforço do FC Porto é mera questão de tempo

Anúncio de Cláudio Ramos como reforço do FC Porto é mera questão de tempo
Tomaz Andrade / Bruno Filipe Monteiro

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Guarda-redes tem tudo acertado com os dragões para assinar por quatro anos. Nesta fase goza um período de descanso na região do Algarve

O anúncio oficial de Cláudio Ramos como reforço do FC Porto é uma mera questão de tempo. O acordo entre a SAD portista e o guarda-redes é total desde há umas semanas a esta parte, mas, segundo apurou O JOGO, o anúncio será efetuado apenas quando terminarem as férias do jogador.

O internacional português encontra-se nesta altura em repouso no Algarve, região escolhida pela maioria dos jogadores portistas para recuperar forças depois de uma temporada vitoriosa e desgastante, pelo que só depois de regressar do sul do país se deslocará ao Dragão para concluir todo o processo burocrático, nomeadamente para assinar um contrato até 30 de junho de 2024.

Marchesín e Diogo Costa ocupam os dois primeiros lugares da hierarquia de guarda-redes do FC Porto, mas Cláudio Ramos afigurava-se como uma oportunidade de negócio que o clube não quis desperdiçar. O jogador de 28 anos tem uma larga experiência no campeonato português, há muito que é visto como um dos melhores da competição, ao ponto de ter sido chamado e utilizado por Fernando Santos no particular da Seleção Nacional com a Escócia (2018), e estava em final de contrato com o Tondela, pelo que o investimento da SAD portista é residual.

Além disso, fica salvaguardada qualquer investida no mercado por um dos concorrentes de Cláudio Ramos, nomeadamente Marchesín, uma vez que o plano dos dragões para Diogo Costa passa por mantê-lo no plantel e dar-lhe minutos de forma gradual.

Na última temporada, a da despedida do clube que lhe abriu as portas da I Liga, Cláudio Ramos foi o oitavo guarda-redes mais batido do campeonato (36 golos), mas também foi o quinto com mais defesas realizadas por 90 minutos (3,02), o que diz bem da carga de trabalho a que esteve sujeito. Marchesín, por exemplo, terminou com uma média de 1,54 intervenções.