"Jackson? Disseram que tínhamos contratado um aleijado, um velho"

"Jackson? Disseram que tínhamos contratado um aleijado, um velho"

Theodoro Fonseca, acionista maioritário da SAD do Portimonense, falou sobre a contratação do avançado colombiano em entrevista ao Goal.

Jackson Martínez regressou ao futebol português no arranque de 2018/19, na qualidade de cedido ao Portimonense pelos chineses do Guangzhou Evergrande e terminou a temporada com números assinaláveis: foram nove golos marcados em 28 jogos oficiais, que servem de base a Theodoro Fonseca, acionista maioritário da SAD dos algarvios, na hora de defender a decisão de receber o avançado colombiano.

"O Jackson estava sem jogar há dois anos e meio, era uma incógnita, mas o nosso departamento médico conseguiu recuperá-lo. Disseram que tínhamos comprado um aleijado, um velho, e que queríamos apenas fazer publicidade. Felizmente, ele casou perfeitamente com o nosso lema: vencer sempre, perder talvez e desistir jamais", asseverou o empresário, prosseguindo nos elogios ao ex-FC Porto:

"A superação dele foi enorme, além de ter sido fundamental para os jogadores mais novos no dia a dia. Sim, o Jackson Martínez era o que faltava para atingirmos o nível internacional. Mas, sinceramente, não foi nada de propósito", que não confirma a permanência do ponta de lança de 32 anos e aponta para o lote de interessados.

"Já conversámos sobre isso, quero que o Jackson fique connosco mais dois ou três anos. Depois de parar de jogar, espero que seja um embaixador do Portimonense pelo mundo. Para ficarmos com ele, no entanto, brigamos com um clube da Austrália, um do México e com o Santos. Todos estão interessados", rematou Theodoro Fonseca.