Presidente do Paços de Ferreira acusa Joaquim Evangelista de mentir

Presidente do Paços de Ferreira acusa Joaquim Evangelista de mentir
Armindo Calção

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"Caso o presidente do Sindicato o permita, divulgarei as mensagens que com ele troquei, que provam que ele faltou à verdade", disse Paulo Meneses a O JOGO.

Paulo Meneses, presidente do Paços de Ferreira, reagiu esta segunda-feira às acusações de Joaquim Evangelista e de Caetano, feitas em conferência de Imprensa do Sindicato dos Jogadores, sobre o contrato que o jogador alega ter feito com o clube.

"Afirmo claramente que o presidente do Sindicato, a ser verdade o que acabei de ler nos sites desportivos, mentiu de forma deliberada ao afirmar que eu alguma vez deixei de lhe atender o telefone", afirmou o dirigente a O JOGO, vincando que o Paços de Ferreira "não recebe lições de dignidade de pessoas que usam este tipo de expedientes para terem protagonismo".

"Caso o presidente do Sindicato o permita, divulgarei as mensagens que com ele troquei, que provam que ele faltou à verdade", prometeu Paulo Meneses. Em relação a Caetano, o líder dos castores afirmou que "a consideração que mantinha pelo atleta sai inevitavelmente ferida, porque ele mente ao afirmar que alguma vez foi convidado para celebrar contrato com o Paços de Ferreira", desafiando o jogador "a mostrar qualquer prova ou contacto estabelecido com o mesmo". "Houve até uma reunião exigida entre mim e o atleta no momento em que começaram a existir boatos infundados sobre uma eventual relação oficial entre o clube e o jogador", disse Paulo Meneses.

"Estou à espera que façam valer os direitos que invocam, garantindo a todos os associados que não permitirei que este tipo de pessoas, envoltas em má fé, possam denegrir a imagem desta instituição. Infelizmente, a minha vida pessoal e profissional e o tempo que dedico ao clube não me permitem frequentar restaurantes ou bares de praia para fazer negociações, ou fazer de conta que se assina um contrato", concluiu.