Premium Calendário mais ligeiro e redução da I Liga entre a solução e o placebo

Calendário mais ligeiro e redução da I Liga entre a solução e o placebo
António Pedro Pereira

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A redução de equipas na I Liga e partir a II Liga em duas zonas, Norte e Sul, de 16 equipas cada, mais um quarto ajuste em cinco anos de Campeonato de Portugal. Há uma obsessão em ultrapassar a Rússia no ranking da UEFA, mas há quem garanta que isso nada tem a ver com mudar calendários.

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) voltou a levantar a lebre, numa reunião com os clubes no dia 21: é preciso reduzir de 18 para 16 o número de equipas na I Liga, cortar a II Liga em duas zonas (Norte e Sul) de 16 equipas cada e ajustar pela quarta vez em seis edições o jovem Campeonato de Portugal. "Quando não se quer resolver, dá-se conhecimento público", diz Guilherme Aguiar, ex-dirigente do FC Porto e da Liga.

"A divisão da II Liga em duas zonas é do meu tempo. Saí da Liga em 2002. Essa era a minha proposta", recupera a O JOGO. "A II Liga não é uma competição profissional. E compete ao Governo atuar. Mas o Governo tem autárquicas, legislativas, submarinas... Não atua", diz o jurista e comentador afeto ao FC Porto.