Jorge Costa e a ausência de Eduardo Mancha: "Serão assuntos a tratar dentro do clube"

Jorge Costa e a ausência de Eduardo Mancha: "Serão assuntos a tratar dentro do clube"

Declarações de Jorge Costa (treinador do Farense) após o Gil Vicente - Farense (0-0), jogo da 30.ª jornada da Liga NOS

Sobre o empate: "Não me satisfaz. Não era um ponto que queríamos levar de Barcelos. Eram os três. Honestamente, o Gil Vicente aproximou-se algumas vezes da nossa baliza, mas nós também nos aproximámos da baliza [do Gil], se calhar até mais vezes e em melhores lances. Entrámos muito apáticos na primeira parte. Não pressionámos e não circulámos a bola com qualidade e rapidez. Tivemos uma segunda parte bem mais pressionante e ambiciosa. É um resultado que se pode aceitar, mas a haver um vencedor seria a equipa do Farense."

Sobre o Eduardo Mancha: "Relativamente ao Mansilla [substituído aos 24 minutos], estava bem no jogo. O Madi que entrou para o seu lugar fez um bom jogo, mas teve algumas dificuldades de adaptação ao que eu pretendia dele. Sentimos a falta de Mansilla, mas o Madi Queta entrou bem. Sobre o [Eduardo] Mancha, serão assuntos a tratar dentro do clube. Estava indisponível para este jogo. Não foi opção, apesar de estar fisicamente apto."

Pontuar: "É um ponto. No final, vamos ver se este ponto teve ou não algum significado nas contas finais. Temos de pensar em nós, no que nos falta. Faltam 12 pontos. Vamos lutar até à exaustão por cada ponto. A nossa situação não é confortável, mas não estamos de todo condenados, até por aquilo que temos vindo a fazer de há alguns jogos para cá."

Um ponto é curto: "O Gil Vicente, mesmo vindo de duas derrotas, tinha criado uma grande série de oportunidades de golo e hoje não criou. Talvez não tenha sido por demérito do Gil, mas por mérito do Farense. Um ponto é curto. Queríamos os três. Mas há males que vêm por bem e vamos ver se, no final, este ponto não será decisivo".