Carlos Carvalhal: "O jogo com o Paços tem características de uma final"

Carlos Carvalhal: "O jogo com o Paços tem características de uma final"
Tomaz Andrade

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Treinador do Braga aborda entrada na Taça da Liga e fala de uma equipa com um capital de segurança defensiva

Aspirações na Taça da Liga: "Obrigação de estar na final-four? A nossa obrigação é lutar pelos três pontos, é a única coisa que posso prometer. Não posso prometer que vamos ganhar. Isso não consigo fazer, porque apenas vivo da realidade e não de ilusões".

Relevância do jogo com o Paços de Ferreira: "Vamos fazer de tudo para vencer e teremos que estar a um nível elevado para o conseguir. O Paços tem uma equipa competitiva. Nós vimos de uma significativa sequência de jogos e contamos estar ao melhor nível. É um jogo que tem características de uma final, é muito parecido".

Momento do Braga: "Já defrontámos duas vezes o Paços esta época, primeiro num jogo de preparação e depois no campeonato, e foram partidas muito equilibradas. Estamos à espera de um adversário aguerrido, mas queremos vencer. Temos um capital assegurado em termos de segurança defensiva nos jogos mais recentes, embora tenhamos sempre coisas para melhorar. No último jogo, o Gil teve várias oportunidades de golo, mas o Braga também teve. Há muita coisa para melhorar, porque estamos sempre em crescimento".

Estatuto de Vítor Oliveira: "Temos três avançados que estão ao mesmo nível, todos eles com características diferentes. O Vitinha está a competir com os colegas e está ao mesmo nível, esse é o melhor elogio que lhe posso fazer. Podem jogar dois pontas-de-lança de inicio ou como plano B. A minha satisfação é grande por ter três pontas-de-lança a competir".

Dificuldades no último jogo: "Imputo mais responsabilidades ao coletivo do que ao meio-campo. Além disso, é preciso dar mérito do Gil, que foi muito agressivo a ganhar bolas, tal como o Braga fez na primeira parte. Estivemos um pouco mais submissos, mas não cometemos erros e soubemos fechar a equipa. Foi um jogo num contexto difícil, depois do compromisso europeu e de uma viagem longa. Frente ao Ludogorets tivemos cinco jogadores que correram mais do que 11 quilómetros e o Al Musrati chegou aos 12".

Escolha do onze: "Vamos avaliar os jogadores e meter os melhores. Não é fazer alterações por fazer, mas ver quem está melhor. Além disso, o banco tem-nos ajudado; temos sido mais céleres a fazer substituições do que no passado".