"Aprendi imenso, mais do que se fosse para um grande clube e não jogasse"

"Aprendi imenso, mais do que se fosse para um grande clube e não jogasse"
Cristina Aguiar

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Reggie Cannon aborda a primeira temporada ao serviço do Boavista.

A última época foi difícil para a equipa do Boavista, mas, em contrapartida, constituiu uma boa base de aprendizagem, sobretudo para os jogadores que contactaram pela primeira vez com o futebol europeu. Neste lote entra Reggie Cannon, um jovem lateral-direito proveniente do campeonato norte-americano.

Ao serviço da seleção do seu país, Cannon ultima o confronto com as Honduras, referente às meias-finais da Liga das Nações da CONCACAF, no dia 4 de junho, animado pela oportunidade de desenvolvimento do seu potencial. "Ao jogar pelo Boavista, fui percebendo a mentalidade europeia e ajudou-me a ser mais forte. Pude tornar-me melhor jogador, melhor homem, que era precisamente o que pretendia", contou o defesa, em declarações ao site "Goal".

Reggie Cannon, de 22 anos de idade, é conhecido pela sua elevada autoconsciência e fez questão de deixar isso claro sobre a experiência tida, esta época, no Boavista: "Aprendi imenso sobre mim mesmo no último ano, sobre futebol e do que sou capaz, mais do que se fosse para um grande clube e não jogasse."

O seu potencial tem sido notado, ao ponto de aparecer no mercado de transferências. "Obviamente há muito especulação sobre o que poderá acontecer este verão", atirou Reggie Cannon, sem se desviar do foco dos interesses atuais da seleção dos Estados Unidos, preparado para enfrentar "alguns rumores", mas a vida continua, com a satisfação "de ter aprendido muito" nesta temporada.

"Sinto-me pronto para avançar rumo ao próximo nível. O Boavista ofereceu-me uma ótima plataforma de aprendizagem sobre mim e sobre o futebol europeu", completou o lateral-direito norte-americano.