Jorge Jesus: "O Benfica não anda com sorte. O Pizzi corta a bola, a bola bate no Weigl..."

Jorge Jesus: "O Benfica não anda com sorte. O Pizzi corta a bola, a bola bate no Weigl..."
Redação

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Treinador do Benfica abordou, em entrevista rápida no Olímpico de Roma, o empate (1-1) ante o forasteiro Arsenal, em jogo da primeira mão dos 16 avos de final da Liga Europa. Técnico apreciou estreia do defesa brasileiro Lucas Veríssimo

Análise: "Não é um grande resultado. Isso seria ganhar ao Arsenal. Não vale a a pena comparar nomes. Foi pena porque marcamos primeiro e no nosso melhor período acabamos por sofrer. A equipa não anda com sorte. O Pizzi corta a bola, a bola bate no Weigl e sobra para o avançado... A equipa foi muito forte defensivamente, muito bem organizada coletivamente. Esteve muito bem, percebeu muito bem os movimentos e a forma de jogar deste Arsenal. Dividimos o jogo. O Arsenal teve mais posse de bola em alguns momentos porque consentimos. Com o futebol tem momentos ilógicos, na segunda parte estivemos melhor do que na primeira e depois de ter feito o primeiro golo, deveríamos ter segurado a vantagem. Penso que o resultado é justo pelo que aconteceu no jogo."

Jogar em campo neutro: "Jogaste em campo neutro hoje. Será igual jogar na Grécia como em Roma. Temos as mesmas possibilidades. Está tudo em aberto, falta um segundo jogo e acreditamos que temos possibilidade em passar esta eliminatória. Temos a noção, não a sensação, de que o Arsenal é uma grande equipa, com grandes jogadores."

Lucas Veríssimo: "É o primeiro jogo que ele faz, é um grande jogador. Eu já sabia que ele não estava pronto e se jogássemos com uma estrutura de dois defesas centrais teria mais dificuldade ainda. Tem uma boa saída de bola, é forte no duelo individual e demonstrou que é um jogador de qualidade, frente ao Arsenal."

O que falhou: "Não falhou nada. Ofensivamente não fomos tão fortes como defensivamente. O Arsenal tem dois centrais muito fortes também. Ofensivamente não conseguimos criar tantas oportunidades de golo como achamos que seria possível. A linha de quatro do Arsenal tem muito valor. Depois de entrar o Everton e o Rafa, a equipa esteve mais perto de criar e de marcar."