Paulo Gonçalves trabalha na SAD

Sérgio André/Vítor Rodrigues

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FIFA condenou as águias a pagarem 3,5 milhões de euros ao extremo e é o ex-assessor que trata do recurso

O Benfica anunciou anteontem reforços para a assessoria jurídica no âmbito dos processos judiciais em que as águias estão envolvidas, mas é ainda o agora ex-assessor jurídico que patrocina alguns casos, como o mais recente, conhecido ontem, a envolver a FIFA e o ex-jogador encarnado Bilal Ould-Chikh, agora com 21 anos e que fez apenas 13 jogos pela equipa B.

Ainda ontem, Paulo Gonçalves passou a tarde nas instalações da SAD, na Luz, em reunião com Célia Falé, a advogada que trabalha há vários anos no clube e que assume no imediato as funções que eram da responsabilidade do ex-assessor jurídico cujo pedido de demissão foi aceite pelos dirigentes encarnados no passado dia 17, na sequência da acusação deduzida ao próprio e à SAD no processo e-Toupeira.

Pelo conhecimento sobre o caso e estratégia seguida, Paulo Gonçalves passou a pasta e traçou caminhos a seguir sobre o despedimento do extremo Bilal Ould-Chikh, após a FIFA ter negado a invocação da justa causa no despedimento. Na sequência da decisão da Câmara de Resolução de Disputas, o Benfica vê-se na contingência de pagar ao jogador 3,5 milhões de euros, verba que corresponde ao remanescente do contrato rescindido em março de 2017 e que vigorava até junho de 2020.