Conflito atrasa acordo com Maxi

É preciso recuar três anos para perceber como germinou a divergência entre Vieira e Casal que põe em risco o futuro de Maxi.

Por vontade do presidente do Benfica, o prolongamento do contrato que liga Maxi Pereira ao campeão português até junho de 2015 já estaria nesta altura negociado, por mais duas ou três temporadas, e pronto a oficializar.

O problema, sabe O JOGO, é que Luís Filipe Vieira mantém um diferendo com o representante do lateral-direito, Paco Casal, de quem reclama o pagamento de uma dívida a rondar os dois milhões de euros por incumprimento parcial do acordo celebrado com o agente em dezembro de 2011, precisamente quando foi acertada a última renovação do vínculo de Maxi Pereira.

Dirimir o conflito e alcançar uma plataforma de entendimento com Casal é um dos desafios que Vieira tem sublinhados na agenda de trabalho, numa fase em que, para todos os efeitos, a continuação do internacional uruguaio na Luz está ameaçada - a partir de janeiro pode comprometer-se livremente com outro emblema, embora a sua vontade seja, apurou O JOGO, permanecer no clube que o recebeu em 2007 e onde responde pela patente de subcapitão de equipa.